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Quando Três Homens Defenderam São Vicente — A História Real Que Quase Sumiu dos Livros
A Crise da Modernidade e o Retorno às Virtudes Silenciosas
A Cruz de Avis: Um Símbolo de Esperança, Disciplina e Silêncio Interior
Dois Reinos, Um Mesmo Trauma: Como a Ruptura Abrupta das Monarquias Ibéricas Feriu Brasil e Portugal
O QUE FOI A DINASTIA DE AVIS?
Entre Ruínas e Eternidade: O Espírito de uma Cidade que Não Morre – Istanbul
O Preço da Soberania: Quando um País se Vende para Continuar Existindo
Capítulo 1 – Dom Pedro I e Inês de Castro: O Amor que Reinou Depois da Morte
Prólogo – O Fio Invisível
As Salas Invisíveis da Casa de Avis
Nem Tudo Está Perdido – O Último Lance do Rei
A Quaresma e a Memória da Morte: Reflexões sobre a Transitoriedade e a Eternidade
Quando Três Homens Defenderam São Vicente — A História Real Que Quase Sumiu dos Livros
Em 1534, a pequena vila de São Vicente — formada por portugueses, mamelucos e indígenas aliados — enfrentou um ataque violento de um grupo guerreiro rival. Enquanto grande parte da população fugia, três homens permaneceram na paliçada e resistiram por horas, salvando a vila. Um episódio real, pouco conhecido, que revela a complexidade das alianças indígenas e a coragem silenciosa que marcou os primeiros anos do Brasil.
A Crise da Modernidade e o Retorno às Virtudes Silenciosas
Num mundo acelerado e leve demais, a tradição de Avis recorda que nenhuma vida se sustenta sem ordem interior, disciplina e coragem silenciosa. A modernidade perdeu o eixo; as virtudes antigas mostram o caminho de volta
A Cruz de Avis: Um Símbolo de Esperança, Disciplina e Silêncio Interior
A Cruz de Avis é um símbolo silencioso de disciplina, esperança e constância. Verde, austera e simples, ela atravessa séculos lembrando que virtude não envelhece. Mais que uma insígnia militar, é um convite ao caráter: postura, serviço e ordem interior.
